segunda-feira, 29 de abril de 2013

Eu não quero mais ser evangélico!

Ser evangélico, pelo menos no Brasil, não significa mais ser praticante e pregador do Evangelho (Boas Novas) de Jesus Cristo, mas, a condição de membro de um segmento do Cristianismo, com cada vez menor relacionamento histórico com a Reforma Protestante – o segmento mais complicado, controverso, dividido e contraditório do Cristianismo. O significado de ser pastor evangélico, então, é melhor nem falar, para não incorrer no risco de ser grosseiro. 

Não quero mais ser evangélico! 

Quero voltar para Jesus Cristo, para a boa notícia que Ele é e ensinou. Voltemos a ser adoradores do Pai porque, segundo Jesus, são estes os que o Pai procura e, não, por mão de obra especializada ou por “profissionais da fé”. Voltemos à consciência de que o Caminho, a Verdade e a Vida é uma Pessoa e não um corpo de doutrinas e/ou tradições, nascidas da tentativa de dissecarmos Deus; de que, estar no caminho, conhecer a verdade e desfrutar a vida é relacionar-se intensamente com essa Pessoa: Jesus de Nazaré, o Cristo, o Filho do Deus vivo. Quero os dogmas que nascem desse encontro: uma leitura bíblica que nos faça ver Jesus Cristo e não uma leitura bibliólatra. 

Não quero a espiritualidade que se sustenta em prodígios, no mínimo discutíveis, e sim, a que se manifesta no caráter. Chega dessa “diabose”! Voltemos à graça, à centralidade da cruz, onde tudo foi consumado. Voltemos à consciência de que fomos achados por Ele, que começou em cada filho Seu algo que vai completar: voltemos às orações e jejuns, não como fruto de obrigação ou moeda de troca, mas, como namoro apaixonado com o Ser amado da alma resgatada. 

Voltemos ao amor, à convicção de que ser cristão é amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos: voltemos aos irmãos, não como membros de um sindicato, de um clube, ou de uma sociedade anônima, mas, como membros do corpo de Cristo. Quero relacionar-me com eles como as crianças relacionam-se com os que as alimentam – em profundo amor e senso de dependência: quero voltar a ser guardião de meu irmão e não seu juiz. 

Voltemos ao amor que agasalha no frio, assiste na dor, dessedenta na sede, alimenta na fome, que reparte, que não usa o pronome “meu”, mas, o pronome “nosso”. Para que os títulos: “pastor”, “reverendo”, “bispo”, “apóstolo”, o que eles significam, se todos são sacerdotes? Quero voltar a ser leigo! Para que o clericalismo? 

Voltemos, ao sermos servos uns dos outros aos dons do corpo que correm soltos e dão o tom litúrgico da reunião dos santos; ao, “onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu lá estarei” de Mateus 18.20. Que o culto seja do povo e não dos dirigentes – chega de show! 

Voltemos aos presbíteros e diáconos, não como títulos, mas, como função: os que, sob unção da igreja local, cuidam da ministração da Palavra, da vida de oração da comunidade e para que ninguém tenha necessidade, seja material, espiritual ou social. Chega de ministérios megalômanos onde o povo de Deus é mão de obra ou massa de manobra! Para que os templos, o institucionalismo, o denominacionalismo? 

Voltemos às catacumbas, à igreja local. Por que o pulpitocentrismo? Voltemos ao “instruí-vos uns aos outros” (Cl 3. 16). Por que a pressão pelo crescimento? Jesus Cristo não nos ordenou a sermos uma Igreja que cresce, mas, uma Igreja que aparece: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. “(Mt 5.16). 

Vamos anunciar com nossa vida, serviço e palavras “todo o Evangelho ao homem… a todos os homens”. Deixemos o crescimento para o Espírito Santo que “acrescenta dia a dia os que haverão de ser salvos”, sem adulterar a mensagem. “Tornai vós para mim, e eu tornarei para vós diz o Senhor dos exércitos”. Seja um patrocinador desta obra, seja um colaborador de Cristo!

Mensagem do pastor Ariovaldo Ramos.

domingo, 6 de janeiro de 2013

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Revista francesa volta a publicar quadrinhos com o profeta Maomé

França - A revista satírica francesa Charlie Hebdo, que sofreu ataques e causou indignação dos muçulmanos após publicar uma charge com Maomé, voltou a publicar quadrinhos retratando o fundador do Islã. Desta vez a revista publicou a edição “A vida de Maomé”, uma adaptação para os quadrinhos da vida do profeta, baseada no trabalho de cronistas muçulmanos. O editor da revista defende que o material é inofensivo e tem fins educativos. Apesar da justificativa, a publicação já atraiu a antipatia dos muçulmanos. Pelo Twitter, Ibrahim Kalin, conselheiro político do primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, afirmou que o ato de transformar a vida de Maomé em quadrinhos é, por si só, um erro. Ele classificou a revista como ''uma provocação'', e pediu que os muçulmanos a ignorem. O porta-voz do governo disse que a França é um país que busca sempre o equilíbrio entre a liberdade de expressão e o respeito à ordem pública.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Aumenta a nossa fé!

Os apóstolos disseram ao Senhor: “Aumenta a nossa fé!” Ele respondeu: “Se vocês tiverem fé do tamanho de uma semente de mostarda, poderão dizer a esta amoreira: ‘Arranque-se e plante-se no mar’, e ela lhes obedecerá.” -- Lucas 17:5-6 

 Como é que Deus aumenta a nossa fé? Para muitos, não será realizando prodígios, nem andando em chuva de bênçãos. Será enfrentando provações e desafios, perdas e sofrimento, motivos e mais motivos para duvidar e desistir. Será passando por tudo isso com uma única prova para segurar - o exemplo do carpinteiro de Nazaré andando adiante. O ponto de Jesus não é que seus discípulos deveriam se tornar provedores de milagres. Pelo que sabemos, eles passaram por muitas perdas e provações. T.W. Manson bem observou que "Esta palavra de Jesus não chama Cristãos a se tornarem feiticeiros ou magos, mas, heróis como aqueles cujos feitos foram comemorados no décimo primeiro capítulo de Hebreus." Não é a fé que move a montanha. É o poder de Deus. E mesmo sem ver a montanha mover, a fé permanece. A fé diante das provações diz "Mesmo não florescendo a figueira, e não havendo uvas nas videiras ... ainda assim eu exultarei no SENHOR e me alegrarei no Deus da minha salvação." (Hab 3:17-18). Na terrível peneira da tentação, a fé diz "a graça dEle me basta". A fé, mesmo em cadeias, declara "tudo posso naquele que me fortalece". Para aqueles que acreditam em Jesus, a fé existe, não para eliminar a tentação ou quebrar cadeias, mas, para agüentar o quanto for necessário até que a vontade do Senhor seja realizada em nós e por meio de nós. Esta é a fé que é o legado dos seguidores de Jesus. Que esta fé seja a sua hoje e todas as manhãs até que Ele decida torná-la em realidade diante dos seus olhos. Que esta fé em Jesus seja sua.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Ministério Auto Controle lança primeiro EP

Novo Hamburgo - Está saindo do forno o primeiro EP do grupo Ministério Auto Controle, Amor Acima. O material dessa galera de Novo Hamburgo tem cinco faixas, incluindo um bônus, com destaque para a canção Eleva-Me, escolhida pelo quinteto como música de trabalho.

"Ela fala do dia a dia de cada ser humano, fala das dores, guerras e de reconhecer que só Deus pode mudar a nossa vida e nos fazer melhores", destaca o vocalista e guitarrista Matheus DJ. Além de Matheus, a banda é formada por Luizzinho (bateria), Wanderson Soares (baixo), Paulo Henrique (vocal) e Luciano (guitarra).

Nesse primeiro EP, a banda gospel aposta em diferentes ritmos. Amor Acima tem faixas com uma pegada mais rock and roll, outras mais calminhas e rola até uma batida eletrônica no meio disso tudo.

Mensagem de fé
"A produção foi um processo meio lento", conta Matheus. "Porque nós queríamos fazer algo impactante tanto nos arranjos das músicas, como nas letras também, algo que realmente toque as pessoas, não importando a idade delas", comenta Matheus. 

O grupo Ministério Auto Controle pretende fazer um show de lançamento do EP Amor Acima em breve. "Nossas canções sempre falam do grande amor que Jesus demostrou por nós ao se entregar na Cruz. Nós queremos levar esse amor para as pessoas, queremos ver a esperança nos olhos delas".

Fonte: http://www.bahdigital.com.br